Siri apresenta problemas e faz falta.

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Siri caiu e um monte de gente começou a reclamar que o serviço estava fora do ar. Isso é bom, a falha mostrou que  a funcionalidade está decolando, estão usando a assistente pessoal inteligente. Com demos de empolgar geeks, o aplicativo é notadamente inovador, extremamente capaz de cumprir diversas tarefas e entender qual a real necessidade do seu “chefe”.

Mas entre empolgar os early adopters, como eu, até realmente pegar, a tecnologia tem que ser muito mais do que inovadora, capaz e funcional, tem que ser algo que as pessoas se motivem a adotar em seu dia a dia. Essa guerra está cada vez mais complicada, são muitas tecnologias (app’s, serviços,softwares,aparelhos…) lutando para serem adotadas, para que conquistem segundos diários da nossa atenção, que são convertidos em dinheiro de alguma forma.

Não estava duvidando que a Siri decolaria, mas pensando que o usuário comum talvez achasse a ferramenta interessante, bacana, mas acabaria nem utilizando. Talvez ficasse meio esquecida em baixo do botão home.

A assistente está se provando eficiênte, fácil de usar e conquistadora. Os usuários estão sentindo a sua falta, tanto quanto os executivos sentem de suas secretárias, quando elas estão ausentes por alguma razão. Talvez a assistente na Apple ainda falhe muito menos do que muitas das de carne e osso, ou seja menos conquistadora. Mas isso já é outro assunto.

MicroStrategy Mobile Platform

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Comentários mais tarde.

Fidelidade ao iPhone

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Mesmo com o gigantesco crescimento da participação do Android, o iPhone ainda é estrela ente amado por seus usuários, que talvez sejam os maiores interessados no lançamento do próximo mês. Essa fidelidade está demonstrada em recente pesquisa, relatada em um
Post do Gizmodo, que constatou que 89% dos usuários da o aparelho não pretendem trocar para outras plataformas.

Recentemente, quando perdi meu iPhone no banco de um taxi :( , me vi tentado pelo Galaxy SII, brinquei com ele, o hardware chama muita atenção, leve e com uma super tela. O Android é muito bacana, mas definitivamente não tinha o mesmo prazer ao usar.

Depois de usar o iOS alguns detalhes da UX que parecem imperceptíveis, fazem muita falta no outro sistema operacional. É claro que tem muita coisa do Android que é extremamente bem pensada e executada, mas falta o capricho que a Apple consegue entregar em seus produtos. Eu não consegui me ver usando outro celular, com carregadores comuns, periféricos estranhos e rebarbinhas de plástico.

O fato é que para as empresas que adotaram o OS do Google as coisas vão muito bem, e tendem a melhorar, resta saber é como será a briga em larga escala quando o WP7 da Nokia chegar.

Pesquisa Consumidor móvel 2011.

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A pesquisa traz alguns insights bacanas, algumas confirmações e surpresas.  Há pouco tempo precisei de dados em relação à penetração de smartphones no Brasil, para o TCC da pós e essa apresentação ajudou bastante.

Vamos aos comentários:
  • A amostra fui muito bem distribuída entre as principais áreas urbanas do País, mas podia ser maior. Sabemos que é estatisticamente representativa, mas podia ser maior… :)
  • O percentual de pessoas com celulares convencionais dispostas a trocar de aparelho nos próximos seis meses é bem alta 44%. Podemos considerar que grande parte migrará para um smartphone, principalmente depois de olhar que esse tipo de aparelho tem boa penetração inclusive na classe C.
  • A pesquisa separa os celulares por marca, mas não apresenta dados por sistema operacional assim fica difícil comparar os dados de mercado do iPhone com os aparelhos com Android, seus principais concorrentes. Claro que até mesmo entre os aparelhos com o robozinho existe uma diferenciação, devido a tão falada fragmentação.
  • Tal separação entre marcas tende a favorecer o iPhone nas análises seguintes, relacionadas ao acesso à internet através dos aparelhos, uma vez que o compara com toda a linha de produtos das outras marcas. Fazendo com que a diferença entre o iPhone e os concorrentes seja ainda maior, em diversos dados apresentados (acesso, frequência de acesso, compartilhamento de conteúdo…)
  • Grande demonstração da alta penetração da internet móvel, mesmo a adoção e o maior uso desse tipo de serviço ainda sendo prejudicada pelos planos de dados caros, lentos e instáveis disponíveis no mercado brasileiro (isso não é uma crítica às operadoras, mas uma realidade do nosso mercado)
  • Interessantes os números para os sites acessados pelo celular, inclusive os do Facebook. Não sei se foram considerados somente os acessos via browser ou se também levam em conta os acessos através de aplicativos.
  • Apesar de aceitável, a separação de microblog (Twitter) e “Redes Sociais” é  um pouco sem propósito, não sei qual o objetivo.
  • Quanto a diferença entre o acesso ao Facebook nos smartphones e nos aparelhos convencionais, ela poderá diminuir se o app para “qualquer celular” realmente pegar.
  • Comprar pelo celular é algo que eu ainda não fiz, mas não vejo nenhum problema em fazê-lo. Achei interessante a colocação do estudo quanto a falta de iniciativa dos e-comerciantes brasileiros em relação à mobile, e principalmente quando aborda a questão do hype em torno do iPhone, o que parece demonstrar que ao lançar aplicativos de compras, tais empresas estão mais preocupadas em parecer modernas do quem em agregar mais um canal em sua estratégia. Sem falar que alguns desses aplicativos são sofríveis.
  • O número de aparelhos supostamente ativos com TV móvel, me surpreendeu. Segundo a pesquisa é igual ao número de assinantes  de TV por assinatura. Não sei se é ponto para a mobilidade o fraqueza das operadoras de TV paga, ou um pouco de cada…
  • Homens baixam mais aplicativos do que as mulheres, sempre achei que o mundo app marketplace é um tanto assustador para as mulheres. Puro achismo.Talvez elas estão mais preocupadas com uma experiência de uso mais rica por padrão, e não com a customização que as duas maiores plataformas oferecem. Talvez por isso o Blackberry faça tanto sucesso entre as mulheres no Brasil, até porque o BBM já vem instalado e é “de grátis” :P .
  • No final, TABLETS, né bial?

Valeu, a pesquisa veio até mim através do belo Viuisso? que dispensa apresentações e comentários.

 

XPLANE + The Economist World in Figures – Processo de Desenvolvimento

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Vídeo rápido que dá uma ideia do processo da XPLANE para desenvolvimento de aplicativos para iPhone. No caso, o aplicativo é o do The Economist World in Figures, versão mobile do anuário de dados econômicos comparativos entre países.

Resolvendo um problema

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Dilbert.com

Se não achar no delicious – Do You Use PowerPoint? – Presentation Training

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Do You Use PowerPoint? – Presentation Training

O Crescimento do Groupon

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E o Lutero?

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Qual a relação entre Lutero, o acesso à informação, estruturas de poder, controle, prensa de tipos móveis e a sociedade em rede/ cibercultura?

Nepo comenta no Mundo 2.0 III.

Se quiser ver o filme todo….

Design para sistemas web

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Muitas vezes você se depara com aplicações web que são a cara de um excel sequestrado por um browser. É realmente uma pena pensar que o sistema não está tirando proveito da usabilidade que um aplicativo web pode ter, e pensar que alguém passou horas desenvolvendo aquilo pensando “que bacana vai ficar igual ao excel, eu sou foda”. Claro que as vezes não tem como fugir muito disso, muita informação, complexidade do sistema, entre outras coisas, mas é importante pensar como seria o melhor uso para uma funcionalidade rodando ie do cara né!?

Bora pra palestra seu linguarudo….

Segue uma pequena palestra com uma abordagem básica de como pensar como deve ser um aplicativo web, como pegar as principais entidades, trasformá-las em telas, códigos e botar pra funcionar…

Segue uma apresentação rápida feita por Ryan Singer, da 37signals,  sobre o processo de desenvolvimento de aplicativos web. O cara dá um exemplo de um sisteminha bem simples, mas deixa claro algumas idéias sobre a lógica do processo. Do papel até funcionar na frente do sujeito que pagou pela parada.

Falow!

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